segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dia da Consciência Negra


CONSCIÊNCIA NEGRA
Marcial Salaverry

Falar-se em "Consciência Negra", é algo que deve ser buscado em suas origens.
Os negros foram violentamente arrancados de seu torrão natal.
A violência sofrida fez com que se apegassem às suas origens, aos seus deuses, às suas crenças, como uma espécie de defesa contra as violências a que sempre foram submetidos.
Com a Abolição, começou outra espécie de preconceito. Os empregadores não conseguiam esquecer de que eram escravos recém libertos, sem qualquer tipo de cultura. Incapacitados portanto para qualquer tipo de trabalho que não fosse o braçal.
Assim a situação ficou durante muito tempo, com os negros praticamente segregados, sendo muito difícil qualquer tipo de progresso. O ingresso em escolas sempre era dificultado aos negros. Os problemas cada vez mais se acentuavam.
Contudo, com o passar do tempo, a situação foi mudando. Conseqüência natural da evolução mundial.
As mudanças, no entanto, não foram tão radicais a ponto de se poder dizer que hoje em dia não existe qualquer tipo de restrição ao progresso dos negros.
Há que se notar que ainda existe uma quase segregação. Podemos dizer com mais propriedade que existe um preconceito não se pode dizer racial, mas sim quanto às reais qualificações dos negros.
As chances não são iguais. Poucos são os empregadores que, analisando duas fichas de candidatos com igual grau de conhecimento e de qualificações, irá empregar o candidato negro em detrimento do branco.
Pode-se notar que na maioria das grandes Empresas, de qualquer tipo, são poucos os negros que conseguem cargos a nível de direção. Será por incapacidade, ou por uma espécie de preconceito disfarçado? É algo para ser pensado e repensado.
Já está provado de que com as mesmas possibilidade de estudo e preparo, a cor da pele não significa que determinada pessoa tem maior ou menor capacidade de desenvolver o intelecto, ou de desempenhar funções. A questão é algo digno de estudos.
Analisar-se os porquês é uma outra questão. O que é necessário, é que certos conceitos e preconceitos sejam revistos, que se adquira uma melhor consciência da realidade, não digo nacional, mas mesmo mundial.
Há que se rever certas posições para que doravante não se olhe mais para a cor da pele das pessoas, mas sim para sua real capacidade e inteligência.
Há que se evitar para o futuro esse tipo de coisas. A cor da pele não significa absolutamente nada para se aquilatar a real capacidade das pessoas.
Neste Dia da Consciência Negra é esse apelo que fica. Igualdade total de oportunidades e possibilidades de desenvolvimento.






Marcial Salaverry
Publicado no Recanto das Letras em 07/04/2005
Código do texto: T10170


Na Escola CAIC-Jorge Humberto Camargo dia 20 de novembro de 2010 comemora-se o dia da Consciência Negra.Por isso a escola promoveu atividades relacionadas ao evento.
A fanfarra da escola abriu as comemorações e houve palestras, peças teatrais,danças, exposições de trabalhos confeccionados pelos alunos, Juri Simulado e comentários alusivos a data.



Eurlene

Aniversariantes do 3º trimestre

Escola CAIc-Jorge Humberto Camargo elaborou uma ação onde é feito trimestralmente a comemoração dos aniversariantes.É uma festa simples porém, é a melhor maneira de aproximarmos uns dos outros.Na oportunidade é apresentado mensagens,feito sorteio de brindes e o infalível bolo de aniversário.
Na oportunidade é feito agradecimentos pela colaboração de todos nas atividades realizadas

Dia D da leitura

Dia 12/11/2010 foi realizado o dia D de leitura nesta escola, onde cada professor conforme o combinado, criaram várias dinâmicas para elaboração e execução de formas diversas de leitura.
Em algumas salas foi feito leitura e dramatização da mesma, em outras produção de textos,gincana pedagógica de português, apresentação de poemas e confecção de cartazes.
Os professores procuraram estimular os alunos para que os mesmos desperte um interesse maior pela leitura e escrita.


Eurlene

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

INTERCÂMBIO ESPORTIVO



Inicialmente, penso ser necessário destacar um pensamento equivocado sobre o papel da escola que permeia o imaginário de algumas pessoas. Trata-se do mito que sugere ser a escola uma instituição que está apta para a resolver todos os problemas sociais. Esta é uma maneira ingênua de conceber o papel da escola. Sem dúvida que a transformação social perpassa pela escola, no entanto, ela não é o único meio social educativo.

Na verdade, como diz Libâneo (2005, p. 27), “estamos em uma sociedade genuinamente pedagógica.” Ou seja, os agentes educativos de caráter formal (são aqueles que atuam a partir de uma intencionalidade, de uma estrutura e de uma sistematização. Exemplo: escolas), informal (esta instância é o ambiente sociocultural) e não formal (são aqueles que estão fora dos limites institucionais, mas que organizam-se com uma certa sistematização e estruturação), atuam, objetivamente, sobre os sujeitos educando-os.

Assim sendo, esperar que a escola seja o único mediador capaz de conduzir os alunos por um caminho de transformação sócio-político que repercutirá no meio social, é eximir de suas responsabilidades, nesse processo, a família e os veículos midiáticos, por exemplo. A rigor, sobrecarregar a escola com esta “missão impossível” acabará por levá-la a perder o seu foco que é o de contribuir sim para as transformações sociais positivas.

Pontuada esta questão, pensemos sobre o papel da escola na contemporaneidade.

O educador Paulo Freire insiste em seus escritos ser essencial que o docente articule-se em sua práxis como um sujeito que estimule o discente a desenvolver uma consciência crítica a respeito do sistema no qual este está inserido. Sem desejar estar entrando na defesa da ideologia marxista e no ataque ao pensamento neoliberal, ou vice-versa, penso ser correto o pensamento freiriano. A tarefa de um professor deve, ou pelo menos deveria ser, a de atuar em parceria com o aluno com vistas à autonomia do mesmo quanto ao pensar crítico.


A meu ver, a escola precisa arrojar-se como um veículo que desperte nos alunos a capacidade de começar a pensar e continuar a pensar, com seriedade, a respeito das realidades sociais prementes do nosso tempo. Aos seus alunos, deve a escola ir conscientizando-os sobre as questões importantes que ditam a vida social bem como deve ela fomentar a análise criteriosa destas e a decisão por parte daqueles de interferirem positivamente no tecido social.

Mas quais seriam essas realidades sociais sobre as quais a escola deve ensinar os alunos a refletirem e atuarem sobre? Questões relativas ao meio-ambiente; a gravidez indesejada na adolescência; as questões ligadas às diversidades; os problemas vinculados às drogas e à violência; a ética; os próprios problemas na esfera educacional; o consumismo e a desvalorização do núcleo familiar são alguns exemplos.

A escola tem um papel importantíssimo a desempenhar nesse contexto que objetivamente está marcado por conturbações, dúvidas, relativismos, medos, etc. Ela, de alguma maneira, precisa possibilitar aos docentes e discentes a condição de irem buscando conformar esta sociedade a uma realidade mais justa, mais igual, menos perturbada e menos preconceituosa.

Caso alguém queira afirmar que é uma utópia, no sentido negativo da palavra, esperar que a escola, um Aparelho Ideológico de Estado[1] – como denominara Louis Althusser –, interesse-se por ir formando sujeitos cada vez mais críticos e mais aptos para interferirem no estado de coisas que aí estão presentes, eu entenderei e até continuarei a me preocupar com esta antinomia. Contudo, como diz Paulo Freire, eu “não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar” (1996, p. 77).

Inexistindo uma iniciativa da instituição escola para viabilizar esse processo de formação crítica dos alunos, não esqueçamos (nós professores, e também aqueles alunos que já alcançaram uma criticidade aguçada) que, no interior da própria escola, é possível irmos implodindo os edifícios que obstruem o caminho da formação de sujeitos sociais pensantes e atuantes.

Por Zwinglio Rodrigues

Foi com base neste tão expressivo artigo, que nós enquanto escola, tomamos a iniciativa de elaborar projetos que viesse de encontro as mudanças necessárias para que a nossa clientela criasse novos paradigmas e mergulhasse de forma prazerosa naquilo que propocionasse uma desenvoltura de entrosamento, não somente nas dependências da Unidade Escolar, mas que promovesse um intercâmbio com alunos de escolas de cidades de outros estado.
Os alunos da escola CAIC-Jorge Humberto Camargo dia 30/09/2010 estiveram em CAROLINA-MA para participarem de jogos das seguintes modalidades:Futsal sub.12 e sub.16 masculino e Voleibol feminino.
A escola que nos abrigou foi um das mais tradicionais da cidade:Colégio Divina Providência, a qual estendemos os nossos eternos agradecimentos por tamanha atenção.Educação se faz assim também, com trocas de gratidão, aprêço, respeito e gentilezas.Obrigada aos professores:Marcus Correia (Educação Física) Márcio Robério e a Coordenadora Valdânia Marion que acompanharam todas as atividades realizadas.
Parabéns por esta iniciativa!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A ÁGUA QUE BEBEMOS






Dia 02 de setembro de 2010 os alunos dos 9º anos: A, B e C juntamente com os professores e coordenadores estiveram na Estação de Tratamento da SANEATINS para observarem como é feito a análise e o tratamento da água que bebemos.
Informaram que é necessário usar o cloro, o fluor para combater as doenças causadas por bactérias e verminoses.
O Engenheiro técnico e a Engenheira Química da Empresa de Água e Saneamento explicou como se faz o armazenamento e bombeamento para distribuição em rede, através da gravitação ou seja pela força da água.Na oportunidade explicou que a caixa d'água deverá ser limpa de 06 em 06 meses para evitar o acúmulo de particulas e microorganismos.
Veja abaixo alguns esclarecimentos referenciais encontrados na internet no site:http://www.tudobox.com que explica como se procede no tratamento da água.

INFORMATIVO
Conheça agora os principais processos pelos quais ocorre o tratamento da água:

• Coagulação. Como é chamada a remoção das partículas de sujeira. Ela começa no tanque de mistura rápida com uma dosagem de sulfato de alumínio, que tem o poder de aglomerar a sujeira, transformando-a em flocos. O processo ainda é otimizado com a adição de cal, que normaliza o pH da água;

• Floculação. Aqui a água já devidamente coagulada é movimentada dentro dos tanques de modo que os flocos se misturam, ganhando peso, volume e consistência;

• Decantação. Por meio da decantação os flocos formados nos processos anteriores se separam da água, formando sedimentos no fundo dos tanques;

• Filtração. Como a água ainda conterá impurezas que não puderam ser sedimentadas pelo processo de decantação, ela ainda precisa passar por filtros formados por camadas de areia e antracito, suportadas por cascalho de tamanhos variados que retêm a sujeira ainda presente;

• Desinfecção. A água chegará aqui já clarificada, mas ainda receberá uma substância adicional. O cloro. Ele é utilizado para eliminar os germes nocivos à saúde e conferir uma melhor qualidade da água nas redes de distribuição e reservatórios.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Aula de Campo:Nosso Luxo, Nosso Lixo

Os alunos do 9º ano desta Unidade Escolar visitaram o Aterro Sanitário dia 03 de setembro de 2010 para observarem como é depositado o lixo que se produz e diferenciar o lixo doméstico,
lixo hospitalar e lixo industrial.Foram informados que há uma necessidade de reaproveitar muito do luxo que vira lixo.Foi salientado na conversa, que precisamos ser parceiros no que diz respeito a preservação do ambiente em que vivemos para que no futuro não nos arrependamos do que poderíamos ter feito e não fizemos.
O Aterro Sanitário fica localizado fora do perímetro urbano, porém, com todos os mecanismos de contenções ainda não é suficiente para deter as agressões sofridas pela natureza.
O responsável pelo aterro sanitário senhor José Ladário, nos informou que a seleta de lixo só existe no que tange lixo doméstico e lixo hospitalar.Pois não temos em nossa cidade empresas que demonstraram interesse em coletar o lixo de forma seletiva.Continuamos portanto esbarrando em garrafas petis, vidros vazios, latas, sacolas plásticas,papelões e material orgânico sendo aterrados todos juntos.
Percebemos que o tratamento ainda carece ser revisto para total segurança da população no que se refere a invasão de insetos e aves carniceiras.
No final concluímos que o lixo que produzimos, pode ser reaproveitado para subtrair o impacto na natureza.Depende de atitudes simples como:RRR( Reaproveitar, Reciclar e Reaproveitar)










Projeto"De onde veio e para onde vão nossos rios"












Dia 10 de setembro os alunos do CAIC-Jorge Humberto Camargo realizaram uma aula de campo, visitando o lago da Usina Hidrelétrica do Estreito-MA.As atividades iniciaram com uma oração dirigida pelo professor Rosivaldo ainda no ônibus e ao chegarmos na obra fomos recebidos pela professora Edinalva que dirigiu uma dinâmica onde os participantes se divertiram apresentando um colega e dando-lhe uma qualidade, foi um momento alegre e extrovertido.Moral: Olhar os outros com olhos de valorização e não apenas julgando ou dando-lhes defeitos.Em seguida assistimos um vídeo cujo titulo era “ De onde vem” para que pudéssemos tirar as dúvidas sobre hidrelétricas.Após esse momento assistimos mais um vídeo criado pela própria empresa que falava sobre (o PAC) a localização da usina e seus objetivos em que a Usina beneficiará 12 municípios, com 22 mil vagas de emprego e ainda , mostrou todos os serviços oferecidos pelo Consórcio Estreito de Energia, CESTE como cursos profissionalizantes, Projetos Sociais e Segurança e Saúde. Terminando o vídeo os alunos tiveram a oportunidade de fazer perguntas sobre o meio ambiente e o empreendimento da Usina.A professora Edinalva explicou como será feito a recuperação dos recursos naturais degradados durante a construção da Usina.Fomos muito bem recebidos pelos funcionários da empresa que não mediram esforços em nos acompanhar e nos apresentar todas as dependências da empresa.
A professora Edinalvaa fez exposição da MAQUETE da hidrelétrica,exposta no auditório.Após o lanche servido pela própria empresa, saímos para o canteiro de obras, doravante o passeio foi acompanhado pela guia da empresa onde apresentou os locais de trabalho da empresa tais como:escritórios , refeitórios,áreas de lazer, ambulatórios, serralheria, alojamento, almoxarifado e outros.
Partimos para área externa e visitamos a casa das máquinas(casa de força) onde há a maior concentração de trabalhadores, as compotas cuja altura atingem 160 metros de altura chamaram atenção dos alunos/visitantes.Observamos que tanto homens quanto mulheres fazem parte deste empreendimento na parte de manutenção e operação de veículos.Depois visitamos o deposito de resíduos e áreas que sofreram degradação mas que estão sendo reflorestadas.Retornamos para o auditório e no percurso deparamos com canteiros com mudas de plantas nativas para APP (Áreas de Proteção Permanentes).No final foi feito mais uma dinâmica para entrega de objetos apreendidos no começo da visitação..
Era visivel o preparo e a responsabilidade do Consórcio para com reflorestamento nas áreas devastadas.Pois há canteiros onde preparam as mudas para permutarem os troncos que foram derrubados por novas árvores.
A importância desta hidrelétrica é a de abrangência por todo Tocantins e com isso a vinda de pólos industriais, fábricas, montadoras de automóveis e como prezuízos a empresa se restringiu apenas que o povo ribeirinho serão beneficiados sim e que doravante os mesmos entenderão.
Os coordenadores Valdânia,Nilda e Dilene.Professores Elisabeth,Márcio, Rosivaldo, Eleide,Maria das Dores (Corrdenadora Financeira) e o NOSSO inacansável colaborador Rosimar e alunos dos três turnos.
Foi feito uma avaliação sobre tudo que ouvimos e vimos.Para finalizar os alunos Wanderson e Elizeu nos presentearam com um hino e a oração de agradecimento que foi feita pelo professor Márcio no ônibus.E o que pudemos ver foi que a obra se encontra na fase de conclusão.
Foi um dia espetacular e proveitoso!!
Os nossos agradecimentos aos responsáveis por este tão importante empreendimento!

Eurlene Arruda