As professoras de primeira fase e Ensino Fundamental reuniram-se durante a SEMANA PEDAGÓGICA para elaboração de planos de aula e projetos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Planejamento Anual de 2011
As professoras de primeira fase e Ensino Fundamental reuniram-se durante a SEMANA PEDAGÓGICA para elaboração de planos de aula e projetos.
BEM VINDOS A 2011!!!
123Tagged.com - Cantinho da Amiga Mensagens e Recados
A Escola CAIC-Jorge Humberto Camargo iniciou seu ano letivo dia 24 de janeiro de 2011 com uma solenidade de apresentações, onde professores, coordenadores e diretores foram apresentadas para os alunos que aqui estudavam e outros que acabaram de chegar.
Foi lido para os alunos presentes, todo regimento escolar, ECA, e sobretudo as novas regras que a escola dentro do seu estatuto interno irá adotar este ano de 2011 para uma boa funcionalidade e também uma maneira de disciplinar os nossos alunos de forma democrática.
A escola é considerada a nossa segunda casa, por isso nós professores, temos também que criar um ambiente de solidariedade e harmonia.
Queremos que o ano que ora inicia seja como uma árvore, e que cada folha seja para anotação de nossas atitudes, nossas propostas, nossos objtivos e sobretudo de nossos deveres cumpridos.
CAIC-Jorge Humberto Camargo, deseja BOAS-VINDAS aos alunos, professores que também estão chegando e os demais que aqui já fazem história.
"É triste falhar na vida,porém, mais trsite ainda é não tentar VENCER" Frankiln Roosevelt
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Dia da Consciência Negra
CONSCIÊNCIA NEGRA
Marcial Salaverry
Falar-se em "Consciência Negra", é algo que deve ser buscado em suas origens.
Os negros foram violentamente arrancados de seu torrão natal.
A violência sofrida fez com que se apegassem às suas origens, aos seus deuses, às suas crenças, como uma espécie de defesa contra as violências a que sempre foram submetidos.
Com a Abolição, começou outra espécie de preconceito. Os empregadores não conseguiam esquecer de que eram escravos recém libertos, sem qualquer tipo de cultura. Incapacitados portanto para qualquer tipo de trabalho que não fosse o braçal.
Assim a situação ficou durante muito tempo, com os negros praticamente segregados, sendo muito difícil qualquer tipo de progresso. O ingresso em escolas sempre era dificultado aos negros. Os problemas cada vez mais se acentuavam.
Contudo, com o passar do tempo, a situação foi mudando. Conseqüência natural da evolução mundial.
As mudanças, no entanto, não foram tão radicais a ponto de se poder dizer que hoje em dia não existe qualquer tipo de restrição ao progresso dos negros.
Há que se notar que ainda existe uma quase segregação. Podemos dizer com mais propriedade que existe um preconceito não se pode dizer racial, mas sim quanto às reais qualificações dos negros.
As chances não são iguais. Poucos são os empregadores que, analisando duas fichas de candidatos com igual grau de conhecimento e de qualificações, irá empregar o candidato negro em detrimento do branco.
Pode-se notar que na maioria das grandes Empresas, de qualquer tipo, são poucos os negros que conseguem cargos a nível de direção. Será por incapacidade, ou por uma espécie de preconceito disfarçado? É algo para ser pensado e repensado.
Já está provado de que com as mesmas possibilidade de estudo e preparo, a cor da pele não significa que determinada pessoa tem maior ou menor capacidade de desenvolver o intelecto, ou de desempenhar funções. A questão é algo digno de estudos.
Analisar-se os porquês é uma outra questão. O que é necessário, é que certos conceitos e preconceitos sejam revistos, que se adquira uma melhor consciência da realidade, não digo nacional, mas mesmo mundial.
Há que se rever certas posições para que doravante não se olhe mais para a cor da pele das pessoas, mas sim para sua real capacidade e inteligência.
Há que se evitar para o futuro esse tipo de coisas. A cor da pele não significa absolutamente nada para se aquilatar a real capacidade das pessoas.
Neste Dia da Consciência Negra é esse apelo que fica. Igualdade total de oportunidades e possibilidades de desenvolvimento.
Marcial Salaverry
Publicado no Recanto das Letras em 07/04/2005
Código do texto: T10170
Na Escola CAIC-Jorge Humberto Camargo dia 20 de novembro de 2010 comemora-se o dia da Consciência Negra.Por isso a escola promoveu atividades relacionadas ao evento.
A fanfarra da escola abriu as comemorações e houve palestras, peças teatrais,danças, exposições de trabalhos confeccionados pelos alunos, Juri Simulado e comentários alusivos a data.
Eurlene
Aniversariantes do 3º trimestre
Escola CAIc-Jorge Humberto Camargo elaborou uma ação onde é feito trimestralmente a comemoração dos aniversariantes.É uma festa simples porém, é a melhor maneira de aproximarmos uns dos outros.Na oportunidade é apresentado mensagens,feito sorteio de brindes e o infalível bolo de aniversário.
Na oportunidade é feito agradecimentos pela colaboração de todos nas atividades realizadas
Na oportunidade é feito agradecimentos pela colaboração de todos nas atividades realizadas
Dia D da leitura
Dia 12/11/2010 foi realizado o dia D de leitura nesta escola, onde cada professor conforme o combinado, criaram várias dinâmicas para elaboração e execução de formas diversas de leitura.
Em algumas salas foi feito leitura e dramatização da mesma, em outras produção de textos,gincana pedagógica de português, apresentação de poemas e confecção de cartazes.
Os professores procuraram estimular os alunos para que os mesmos desperte um interesse maior pela leitura e escrita.
Eurlene
Em algumas salas foi feito leitura e dramatização da mesma, em outras produção de textos,gincana pedagógica de português, apresentação de poemas e confecção de cartazes.
Os professores procuraram estimular os alunos para que os mesmos desperte um interesse maior pela leitura e escrita.
Eurlene
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
INTERCÂMBIO ESPORTIVO
Inicialmente, penso ser necessário destacar um pensamento equivocado sobre o papel da escola que permeia o imaginário de algumas pessoas. Trata-se do mito que sugere ser a escola uma instituição que está apta para a resolver todos os problemas sociais. Esta é uma maneira ingênua de conceber o papel da escola. Sem dúvida que a transformação social perpassa pela escola, no entanto, ela não é o único meio social educativo.
Na verdade, como diz Libâneo (2005, p. 27), “estamos em uma sociedade genuinamente pedagógica.” Ou seja, os agentes educativos de caráter formal (são aqueles que atuam a partir de uma intencionalidade, de uma estrutura e de uma sistematização. Exemplo: escolas), informal (esta instância é o ambiente sociocultural) e não formal (são aqueles que estão fora dos limites institucionais, mas que organizam-se com uma certa sistematização e estruturação), atuam, objetivamente, sobre os sujeitos educando-os.
Assim sendo, esperar que a escola seja o único mediador capaz de conduzir os alunos por um caminho de transformação sócio-político que repercutirá no meio social, é eximir de suas responsabilidades, nesse processo, a família e os veículos midiáticos, por exemplo. A rigor, sobrecarregar a escola com esta “missão impossível” acabará por levá-la a perder o seu foco que é o de contribuir sim para as transformações sociais positivas.
Pontuada esta questão, pensemos sobre o papel da escola na contemporaneidade.
O educador Paulo Freire insiste em seus escritos ser essencial que o docente articule-se em sua práxis como um sujeito que estimule o discente a desenvolver uma consciência crítica a respeito do sistema no qual este está inserido. Sem desejar estar entrando na defesa da ideologia marxista e no ataque ao pensamento neoliberal, ou vice-versa, penso ser correto o pensamento freiriano. A tarefa de um professor deve, ou pelo menos deveria ser, a de atuar em parceria com o aluno com vistas à autonomia do mesmo quanto ao pensar crítico.
A meu ver, a escola precisa arrojar-se como um veículo que desperte nos alunos a capacidade de começar a pensar e continuar a pensar, com seriedade, a respeito das realidades sociais prementes do nosso tempo. Aos seus alunos, deve a escola ir conscientizando-os sobre as questões importantes que ditam a vida social bem como deve ela fomentar a análise criteriosa destas e a decisão por parte daqueles de interferirem positivamente no tecido social.
Mas quais seriam essas realidades sociais sobre as quais a escola deve ensinar os alunos a refletirem e atuarem sobre? Questões relativas ao meio-ambiente; a gravidez indesejada na adolescência; as questões ligadas às diversidades; os problemas vinculados às drogas e à violência; a ética; os próprios problemas na esfera educacional; o consumismo e a desvalorização do núcleo familiar são alguns exemplos.
A escola tem um papel importantíssimo a desempenhar nesse contexto que objetivamente está marcado por conturbações, dúvidas, relativismos, medos, etc. Ela, de alguma maneira, precisa possibilitar aos docentes e discentes a condição de irem buscando conformar esta sociedade a uma realidade mais justa, mais igual, menos perturbada e menos preconceituosa.
Caso alguém queira afirmar que é uma utópia, no sentido negativo da palavra, esperar que a escola, um Aparelho Ideológico de Estado[1] – como denominara Louis Althusser –, interesse-se por ir formando sujeitos cada vez mais críticos e mais aptos para interferirem no estado de coisas que aí estão presentes, eu entenderei e até continuarei a me preocupar com esta antinomia. Contudo, como diz Paulo Freire, eu “não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar” (1996, p. 77).
Inexistindo uma iniciativa da instituição escola para viabilizar esse processo de formação crítica dos alunos, não esqueçamos (nós professores, e também aqueles alunos que já alcançaram uma criticidade aguçada) que, no interior da própria escola, é possível irmos implodindo os edifícios que obstruem o caminho da formação de sujeitos sociais pensantes e atuantes.
Por Zwinglio Rodrigues
Foi com base neste tão expressivo artigo, que nós enquanto escola, tomamos a iniciativa de elaborar projetos que viesse de encontro as mudanças necessárias para que a nossa clientela criasse novos paradigmas e mergulhasse de forma prazerosa naquilo que propocionasse uma desenvoltura de entrosamento, não somente nas dependências da Unidade Escolar, mas que promovesse um intercâmbio com alunos de escolas de cidades de outros estado.
Os alunos da escola CAIC-Jorge Humberto Camargo dia 30/09/2010 estiveram em CAROLINA-MA para participarem de jogos das seguintes modalidades:Futsal sub.12 e sub.16 masculino e Voleibol feminino.
A escola que nos abrigou foi um das mais tradicionais da cidade:Colégio Divina Providência, a qual estendemos os nossos eternos agradecimentos por tamanha atenção.Educação se faz assim também, com trocas de gratidão, aprêço, respeito e gentilezas.Obrigada aos professores:Marcus Correia (Educação Física) Márcio Robério e a Coordenadora Valdânia Marion que acompanharam todas as atividades realizadas.
Parabéns por esta iniciativa!
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